• Ana Princival

Assessoria no meio rural: saiba como a EMJEL pode auxiliar moradores e trabalhadores do campo.

Atualizado: Mar 24

A tecnologia e acessibilidade vêm se expandindo cada vez mais ao longo dos anos, mas a vida no meio rural muitas vezes ainda apresenta dificuldades quanto ao alcance da eletricidade, como quedas constantes da energia, carência de iluminação pública e sinais falhos de internet.

Em um mundo em que estamos cada vez mais conectados através de redes virtuais, tais fatores podem ser um agravante na vida dos moradores do campo. Além disso, as atividades rurais estão progressivamente se tornando mais dependentes de inovação, como sistemas eletrônicos e automatizados.

Baseado nisso, elencamos algumas opções de serviços eletroeletrônicos que podem melhorar a assessoria para os campesinos e que podem ser executados pela nossa empresa:

Energia Fotovoltaica:

A energia solar, além de ser limpa e sustentável, é uma opção para tornar a residência independente da rede distribuidora, podendo ser utilizada para suprir as necessidades da casa, irrigação de plantações, bombear água e manter cercas elétricas ligadas.

É a energia obtida através da incidência de luz solar em painéis feitos de um material semicondutor. É produzida mesmo em dias nublados, mas quanto maior a incidência, maior o rendimento. As partículas de luz solar (fótons) agitam os elétrons do material, assim gerando energia.


Os painéis podem ser instalados no telhado das casas e em locais abertos, mas recentemente foram feitos testes de implementação em transporte de cargas, o que aumenta a agilidade nos processos de transferência dos caminhões. Utilizando a tecnologia OPV (do inglês Organic Photovoltaics, aplicação que deixa a placa flexível e adaptável), a inovação permite que o sistema do veículo seja alimentado de forma independente do motor ou da bateria comum, poupando combustível e se tornando sustentável.


Essa novidade pode trazer ainda mais benefícios para o produtor rural, uma vez que depende de veículo de carga para transportar sua mercadoria. Podem haver estudos para estender a tecnologia ao maquinário agrícola, como tratores e colheitadeiras.


Irrigação automatizada:

Atualmente a questão da escassez da água é muito relevante, pois a destruição de florestas e a poluição constante ocasionam na diminuição das chuvas e, consequentemente, impacta no abastecimento dos cidadãos. Com isso, vêm à tona diversas campanhas para a economia de água, uma atitude com impacto social e financeiro.


A irrigação automatizada permite que o agricultor controle os horários da atividade e a quantidade de água utilizada, não havendo desperdício e garantindo a integridade de sua safra. Também podem ser desenvolvidos aplicativos de celular que permitam um maior controle sobre o sistema, deixando o trabalhador livre para outras atividades no tempo em que essas tarefas são realizadas de forma automática.


Horta mágica: Um projeto planejado e executado pela EMJEL em 2016, que consiste na confecção de dois módulos com monitoramento de pressão, umidade relativa e temperatura, cujos dados são enviados via wi-fi. O sistema foi usado para construir um módulo portátil a ser configurado pelo usuário para o cultivo automatizado de hortifrútis através da técnica de Aeroponia Vertical.

Eficiência energética e redução da conta de luz

De acordo com o IBGE, em 2006 cerca de 70% de todas as propriedades agrícolas usavam a energia elétrica proveniente da rede de distribuição. Há uma hipótese de que o restante das propriedades não o fazia por não ter acesso à rede ou por não poder pagar pela tarifa.

Para a realidade de muitas pessoas de nosso país, a tarifa de energia é um serviço extremamente custoso. Sabe-se que a vida no campo é árdua, principalmente para os produtores familiares – responsáveis por grande parte do abastecimento brasileiro -, e muitas vezes a renda angariada com seus serviços não é suficiente para abater os gastos energéticos.

Tendo em conta esses problemas, nesse tipo de projeto é realizado o estudo prévio sobre o sistema elétrico do cliente, e posteriormente são feitas operações que induzem à redução do consumo de energia elétrica. São apresentadas sugestões e soluções, como análise tarifária, viabilidade, otimizações e gestão de energia.

Composteira elétrica e biomassa

Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), 52% do lixo produzido em casa corresponde a resíduos orgânicos. Tais resíduos podem ser usados na compostagem, processo biológico que os transforma em um composto nutritivo que serve como adubo.


Uma composteira elétrica é capaz de realizar a compostagem em um tempo muito menor do que o necessário quando o processo ocorre naturalmente, o que garante a adubação sempre que preciso. Projetos elétricos e automatizados podem ser desenvolvidos para a compostagem de acordo com a demanda imposta pelo produtor.

Além disso, a agricultura tem um papel importante quando se fala em biomassa, pois fornece as principais matérias usadas na produção desse tipo de energia: vegetais lenhos e não-lenhosos e demais resíduos orgânicos. A biomassa é a terceira maior fonte energética no Brasil - na qual a matéria mais utilizada é o bagaço da cana-de-açúcar – e está em expansão, pois é considerada uma fonte renovável e pode chegar desde o grande ao médio e pequeno produtor.

Fontes:Portal solar: <https://www.portalsolar.com.br/energia-fotovoltaica.html>

Jornal Dia de Campo:

<http://diadecampo.com.br/zpublisher/materias/Materia.asp? id=30279&secao=Colunas%20e%20Artigos>

Ecycle:

<https://www.ecycle.com.br/2324-composteira-eletrica.html>

Autossustentável: <https://autossustentavel.com/2017/07/biomassa.html#:~:text=Terceira %20fonte%20de%20energia%20mais,pela%20queima%20de %20materiais%20org%C3%A2nicos.>

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